Sintomatologia depressiva em adolescentes iniciais – estudo de base populacional

objetivo: Verificar a prevalência de sintomatologia depressiva em adolescentes entre 11 e 15 anos em Pelotas, RS, e identificar seus fatores associados. métodos: Estudo transversal de base populacional com amostra representativa de adolescentes da zona urbana da cidade de Pelotas, RS. Dos 448 setore...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Luciano Dias de Mattos; Silva, Rodrigo Sinnott; Godoy, Russélia Vanila; Cruzeiro, Ana Laura Sica; Faria, Augusto Duarte; Pinheiro, Ricardo Tavares; Horta, Bernardo Lessa; Silva, Ricardo Azevedo da
Tipo de documento: Artículo
Estado:Published version
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:FURG
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Lenguaje:Portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/858
Acceso en línea:http://repositorio.furg.br/handle/1/858
Nivel de acceso:Acceso abierto
Palabra clave:Adolescência
Saúde mental
Sintomas depressivos
Depressão
Depressão adolescente
Adolescence
Mental health
Depressive symptoms
Depression
Descripción
Sumario:objetivo: Verificar a prevalência de sintomatologia depressiva em adolescentes entre 11 e 15 anos em Pelotas, RS, e identificar seus fatores associados. métodos: Estudo transversal de base populacional com amostra representativa de adolescentes da zona urbana da cidade de Pelotas, RS. Dos 448 setores censitários existentes no município, 79 foram aleatoriamente sorteados. Os jovens entre 11 e 15 anos localizados nestes setores foram convidados a responder o questionário auto-aplicado que continha perguntas sobre: idade, sexo, vida escolar, religião, atividades físicas, entretenimento, tabaco, consumo de álcool, uso de outras drogas, relacionamentos sexuais e conduta. Além disso, a sintomatologia depressiva dos adolescentes foi avaliada por meio da escala Children’s Depression Inventory (CDI), também presente no instrumento de pesquisa. Para a análise dos dados foi utilizada a regressão logística ajustada ao modelo hierárquico. resultados: A prevalência de depressão foi de 2,1%. Após a regressão logística ajustada ao modelo hierárquico, estiveram significativamente associados à depressão: baixa condição socioeconômica, histórico de fracasso acadêmico, ausência de prática religiosa, abuso de álcool nos últimos 30 dias e indicativo de transtorno de conduta. Conclusão: É evidenciada a necessidade de programas preventivos e integrados de política na adolescência para depressão e comportamento.