"Spontaneous overflow of powerful feelings" : romantic imagery in Mary Shelley's Frankenstein

A literatura romântica inglesa se constituiu basicamente de poesia, pois foi produzida em uma época em que ficção em prosa era vista como mero entretenimento. Alguns romancistas, excepcionalmente, são rotulados como “românticos”, mas Mary Shelley não aparece entre eles. Durante mais de um século, su...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Donada, Jaqueline Bohn
Tipo de documento: Dissertação de mestrado
Estado:Published version
Data de publicação:2006
País:Brasil
Recursos:UFRGS
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:Inglês
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/7109
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/7109
Nível de acesso:Acesso aberto
Palavra-chave:Shelley, Mary Wollstonecraft, 1797-1851. Frankenstein
Literatura inglesa
Critica e interpretacao
Romance
Crítica literária
English literature
Literary criticism
Mary Shelley
Romanticism
Imagery
Descrição
Resumo:A literatura romântica inglesa se constituiu basicamente de poesia, pois foi produzida em uma época em que ficção em prosa era vista como mero entretenimento. Alguns romancistas, excepcionalmente, são rotulados como “românticos”, mas Mary Shelley não aparece entre eles. Durante mais de um século, sua obra permaneceu restrita às sessões dos livros que tratam da exótica literatura gótica. A presente dissertação argumenta que a crítica literária não tem reconhecido a óbvia relação de Frankenstein com o romantismo inglês. Para evidenciar tal envolvimento, será apresentada uma análise do conjunto de imagens do romance que busque revelar os elementos românticos ali contidos. A análise se baseia, principalmente, nas idéias de Northrop Frye a respeito da natureza e função de imagens na literatura. O conceito de intertextualidade também será utilizado como ferramenta para a análise da inserção de imagens no romance e da inserção do romance no contexto do romantismo inglês. O trabalho é dividido em três partes. A primeira explora as relações de Frankenstein com a vida de Mary Shelley e com o romantismo inglês. A segunda expõe a base teórica em que esta dissertação se apóia. A última apresenta a minha leitura da teia de imagens do romance. Ao final, espero poder validar a tese proposta: que Frankenstein incorpora os valores estéticos e filosóficos do romantismo e merece, portanto, ser situado no seu devido lugar no cânone literário inglês como o representante legítimo do romantismo em prosa.