Os investimentos externos diretos chineses para o Brasil no século XXI : desafios e oportunidades

A China está se transformando em uma das principais origens mundiais de Investimentos Externos Diretos (IEDs). No Brasil, os Investimentos Externos Diretos Chineses (IEDCs) têm aumentado desde os primeiros anos deste século, registrando grande elevação principalmente a partir de 2010. Os IEDCs no Br...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Leandro Teixeira dos
Tipo de documento: Tesis de maestría
Estado:Published version
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:UFRGS
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Lenguaje:Portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/96684
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/96684
Nivel de acceso:Acceso abierto
Palabra clave:Investimento estrangeiro
Relações internacionais
Brasil
China
Foreign direct investment
Descripción
Sumario:A China está se transformando em uma das principais origens mundiais de Investimentos Externos Diretos (IEDs). No Brasil, os Investimentos Externos Diretos Chineses (IEDCs) têm aumentado desde os primeiros anos deste século, registrando grande elevação principalmente a partir de 2010. Os IEDCs no Brasil são investimentos realizados notadamente por Empresas de Propriedade Estatal (EPEs), principalmente Propriedade Estatal Central (EPECs), cujas principais modalidades de entrada são greenfield e fusões e aquisições. Estes investimentos são determinados pela busca de mercados e recursos naturais e estão concentrados na região Sudeste do país. Esse ganho de relevância do Brasil enquanto destino dos IEDCs motivou a presente pesquisa a responder a seguinte questão: Como o Brasil tem se posicionado, nesse início de século, frente aos Investimentos Externos Diretos Chineses para o país? Tem-se como resultado preliminar que o Brasil pode elevar a entrada desses investimentos e possivelmente os seus transbordamentos tecnológicos, compatibilizando seus interesses econômicos e geopolíticos com os chineses. Porém, parece necessário ao Brasil resolver os aspectos conjunturais e estruturais do crescimento do país que entravam as entradas dos investimentos chineses e de outras nações.