"Isso é coisa do meio ambiente”: a rede agroecológica de mulheres agricultoras (RAMA) e a construção de territórios na Barra do Turvo, Vale do Ribeira, SP.
Esta pesquisa teve como objetivo compreender as lógicas de construção territorial e de relação com a natureza presente em dois tipos de articulações que se encontram na região da Barra do Turvo, no Vale do Ribeira, São Paulo: por um lado, a Rede Agroecológica de Mulheres Agricultoras da Barra do Tur...
| Author: | |
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| Format: | Master's thesis |
| Status: | Published version |
| Publication date: | 2024 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | UFRRJ |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/23306 |
| Online Access: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/23306 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Agronomia economia verde agroecologia comum feminismo green economy agroecology common feminism |
| Summary: | Esta pesquisa teve como objetivo compreender as lógicas de construção territorial e de relação com a natureza presente em dois tipos de articulações que se encontram na região da Barra do Turvo, no Vale do Ribeira, São Paulo: por um lado, a Rede Agroecológica de Mulheres Agricultoras da Barra do Turvo (RAMA) e, por outro, as políticas ambientais do Estado de São Paulo, junto das iniciativas de uma organização do terceiro setor que atua há tempos na região, a Iniciativa Verde. Para isso baseou-se em observação participante dos espaços coletivos da RAMA, realização de entrevistas com agricultoras da RAMA e com agentes da política ambiental da região e pesquisa documental. Verificou-se que há lógicas - ecológicas, econômicas e sociais - distintas em jogo na construção de territórios nesse local. No entanto, essas lógicas, por vezes, se sobrepõem e influenciam mutuamente. Este argumento é demonstrado principalmente através da análise da participação de um setor das mulheres da RAMA em projetos de Economia Verde na região. Ressalta-se o fato de que a RAMA demonstrou ter uma forma de construção territorial baseada na construção de um Comum que se apoia fundamentalmente na forma como as mulheres constroem uma forma própria de fazer agroecologia e que tem, em alguma medida, transformado também as relações sociais de gênero em que elas estão inseridas. |
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