Avaliação do papel da fibrina rica em plaquetas em defeito crítico cirurgicamente criado em calota de ratos induzidos à hipercolesterolemia tratados ou não com atorvastatina
Esse estudo objetivou-se em avaliar o papel da membrana de fibrina rica em plaquetas na reparação óssea em defeito crítico de calota de ratos induzidos à hipercolesterolemia, bem como a atuação do tratamento de atorvastatina nesse processo. Quarenta defeitos críticos de 6 mm de diâmetro foram criado...
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| Tipo de documento: | Dissertação de mestrado |
| Estado: | Published version |
| Data de publicação: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | UNESP |
| Repositório: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | Português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/152756 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/152756 |
| Nível de acesso: | Acesso aberto |
| Palavra-chave: | Hypercholesterolemia Atorvastatin calcium Boné regeneration Platelets Hipercolesterolemia Atorvastatina cálcica Plaquetas Regeneração óssea |
| Resumo: | Esse estudo objetivou-se em avaliar o papel da membrana de fibrina rica em plaquetas na reparação óssea em defeito crítico de calota de ratos induzidos à hipercolesterolemia, bem como a atuação do tratamento de atorvastatina nesse processo. Quarenta defeitos críticos de 6 mm de diâmetro foram criados em calotas cranianas de ratos. Cada defeito foi aleatoriamente dividido em 8 grupos experimentais (GC, GCPRF, GCA, GCH, GHA, GPRFA, GPRFH, GPRFHA), avaliados aos 28 dias pós-operatórios com análises histológica e microtomográfica. Os resultados mostraram que houve formação óssea em todos os grupos analisados. O grupo GPRFH apresentou formação óssea mais acentuada com relação aos demais grupos. Dos grupos em que foi administrado atorvastatina, o GPRFHA apresentou maior taxa de formação óssea (p < 0,05). Com a metodologia utilizada, a fibrina rica em plaquetas, quando associada à condição de hipercolesterolemia, induziu ao aumento da formação óssea. |
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