Degradação da cor e propriedades mecânicas de papel japonês sujeito a foto-oxidação por luz UV

Estudos anteriores sempre buscaram elucidar a degradação do papel em aspectos como cor, resistência à tração ou alongamento. Todavia, a literatura conhecida não apresenta estudos sistemáticos de degradação do Papel Japonês, material largamente utilizado nos processos de restauração. Nestes processos...

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Detalles Bibliográficos
Autor: CAMPOS, José Rogério de Oliveira
Tipo de documento: Tesis de maestría
Estado:Published version
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:UFPE
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Lenguaje:Portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/17618
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17618
Nivel de acceso:Acceso abierto
Palabra clave:Papel Japonês. Degradação de Papel. Degradação de Cor. Degradação da Resistência Mecânica. h-Museometria.
Japanese paper. Paper degradation. Color degradation. Mechanical resistance degradation. h-Museometry.
Descripción
Sumario:Estudos anteriores sempre buscaram elucidar a degradação do papel em aspectos como cor, resistência à tração ou alongamento. Todavia, a literatura conhecida não apresenta estudos sistemáticos de degradação do Papel Japonês, material largamente utilizado nos processos de restauração. Nestes processos, o papel Japonês é aplicado ao objeto de papel e a partir deste momento tem-se a evolução temporal das propriedades de um sistema duplo onde os materiais estão embebidos ou conectados fisicamente. Nesta situação, é de grande relevância a compreensão do comportamento em termos de cor e de propriedades mecânicas dos papeis Japonês de modo que permita uma escolha mais adequada para uma dada restauração. Assim, apresentamos um estudo, que consideramos inicial, sobre a alteração de cor em amostras de papel Branco, comumente usado em impressora de escritório, em amostras de papel Whatman e em amostras de seis tipos de papeis Japonês. As amostras dos papeis foram submetidas a um processo controlado de degradação artificial que teve como agente catalisador a irradiação por luz UV. A evolução temporal da cor das amostras foi medida semanalmente. As cores foram medidas no espaço de cores L*a*b*. Além disso, foram realizados ensaios mecânicos, em quase todas as amostras, como função do tempo de irradiação ultravioleta. Para análise dos dados de cor, foram utilizados o conceito de contraste de cor, ΔE*, e foi definido um novo parâmetro nomeado IDC – Índice de Degradação da Cor. Para a análise dos dados de comportamento mecânico, foi definido um novo parâmetro nomeado FQM – Fator de Qualidade Mecânica. No final, é apresentado um diagrama onde os papeis são classificados em regiões de qualidade com relação à cor e à resistência mecânica.