Moradia escrava na era do tráfico ilegal: senzalas rurais no Brasil e em Cuba, c. 1830-1860
Há um bom tempo a historiografia sobre a escravidão nas Américas analisa o tema da moradia escrava. O debate nas últimas décadas tem girado em torno da discussão da autonomia escrava e do controle senhorial na construção desses espaços, centrando-se em especial na investigação das matrizes africanas...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | Artículo |
| Estado: | Published version |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | USP |
| Repositorio: | Anais do Museu Paulista (Online) |
| Lenguaje: | Portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/5429 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/anaismp/article/view/5429 |
| Nivel de acceso: | Acceso abierto |
| Palabra clave: | Moradia escrava Fazendas Tráfico transatlântico Controle social Cuba Brasil Slave Housing Plantations Transatlantic Slave Trade Social Control Brazil |
| Sumario: | Há um bom tempo a historiografia sobre a escravidão nas Américas analisa o tema da moradia escrava. O debate nas últimas décadas tem girado em torno da discussão da autonomia escrava e do controle senhorial na construção desses espaços, centrando-se em especial na investigação das matrizes africanas das moradias rurais erigidas pelos cativos. Examino, no artigo, a novidade histórica representada por dois tipos específicos de moradia que apareceram após o segundo quartel do século XIX: o barracão de pátio do cinturão açucareiro cubano (na região de Matanzas-Cárdenas-Cienfuegos) e a senzala em quadra do Vale do Paraíba cafeeiro (no Centro-Sul do Império do Brasil). O trabalho demonstra que houve uma articulação histórica estreita entre esses dois arranjos arquitetônicos, passando pela apropriação de certas práticas do tráfico de escravos em solo africano. |
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