Interações sociais em Hypsiboas albopunctatus (Anura, Hylidae): os contextos da comunicação acústica e visual
A forma de comunicação mais estudada em anuros é a acústica, porém estudos atuais, inclusive com espécies de hábito noturno, demonstram que a comunicação visual também tem grande importância neste grupo. Este trabalho procurou compreender os contextos sociais e estímulos envolvidos na comunicação ac...
| Author: | |
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| Format: | Master's thesis |
| Status: | Published version |
| Publication date: | 2012 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | UNESP |
| Repository: | Repositório Institucional da UNESP |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/99571 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/11449/99571 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Anura Anuro Animais - Comunicação Animais - Comportamento Som produzido por animais Territorialidade (Zoologia) Frogs - Acoustic communication |
| Summary: | A forma de comunicação mais estudada em anuros é a acústica, porém estudos atuais, inclusive com espécies de hábito noturno, demonstram que a comunicação visual também tem grande importância neste grupo. Este trabalho procurou compreender os contextos sociais e estímulos envolvidos na comunicação acústica e visual em Hypsiboas albopunctatus em uma lagoa e brejos no município de Rio Claro, estado de São Paulo. Os objetivos deste estudo foram: (1) verificar a influência do tamanho corporal de machos e temperatura do ar nas características físicas dos cantos (frequência dominante e duração das notas); (2) avaliar a influência do número de machos presentes no coro sobre a taxa de repetição de notas agressivas e de anúncio; (3) avaliar os fatores relacionados à emissão de notas agressivas e de anúncio por meio de observações diretas e experimentos de playback com machos no campo, utilizando diferentes tipos de canto; e (4) avaliar os fatores relacionados à emissão de sinais visuais pelos machos através de observações diretas e playbacks na presença e ausência de um macho intruso. Encontrou-se uma correlação negativa entre a massa corpórea e CRC (comprimento rostro-cloacal) do macho com frequência dominante e duração das notas agressivas, indicando que tais características podem ser utilizadas tanto por rivais quanto por fêmeas para avaliar o tamanho dos machos. Porém, características físicas dos cantos não tiveram correlação com a temperatura do ar, provavelmente devido ao fato dos dados terem sido coletados apenas na estação chuvosa, quando há pouca variação na temperatura. O número de machos no coro influenciou no número de notas agressivas emitidas; machos vocalizando em coros maiores emitiram menos notas agressivas, mostrando um provável aumento de limites de tolerância para... |
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