Interferências do fator cor da pele na percepção térmica de transeuntes

O estudo analisa os efeitos da cor da pele na percepção térmica de transeuntes em espaços abertos. O estudo de campo foi realizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, tendo sido analisados votos de sensação e preferência térmica de transeuntes. Respostas obtidas por meio de entrevistas estruturad...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Krüger, Eduardo Leite; Drach, Patricia Regina Chaves
Tipo de documento: Artículo
Estado:Published version
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:ANTAC
Repositorio:Ambiente construído (Online)
Lenguaje:Portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/63369
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/ambienteconstruido/article/view/63369
Nivel de acceso:Acceso abierto
Palabra clave:clima urbano
percepção térmica em espaços abertos
UTCI
cor da pele
Descripción
Sumario:O estudo analisa os efeitos da cor da pele na percepção térmica de transeuntes em espaços abertos. O estudo de campo foi realizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, tendo sido analisados votos de sensação e preferência térmica de transeuntes. Respostas obtidas por meio de entrevistas estruturadas foram comparadas a resultados do índice de conforto em espaços abertos UTCI (Universal Thermal Climate Index). Os entrevistados foram agrupados de acordo com a autoclassificação quanto à cor da pele segundo o IBGE (Categorias Raciais nos Censos Demográficos). As campanhas de monitoramento foram realizadas em períodos de primavera/verão ao longo de 2012 a 2015, entre 10h e 15h. Utilizou-se uma estação meteorológica Davis Vantage Pro2 para a coleta de dados concomitantemente à aplicação de questionários estruturados segundo a ISO 10551, nos quais a questão quanto à cor da pele do entrevistado foi incluída. Comparando-se sensação e preferência térmicas sob o aspecto de cor da pele, observa-se que, embora o grupo de pessoas de cor da pele branca tenha demonstrado maior tolerância ao estresse térmico por calor, ele mostra preferência mais acentuada por condições térmicas mais frias, de modo a neutralizar tal desconforto. Observaram-se diferenças estatísticas apenas na preferência térmica entre os grupos analisados.