PROOF AND INFINITY: RESPONSE TO ANDRÉ PORTO

The main issue André Porto raises in his paper concerns the use of dot notation to indicate an infinite set of hypotheses. Whereas I agree that one cannot extract a unique infinite expansion from a finite initial segment, in my response I argue that this holds for finite expansions as well. I furthe...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Chateaubriand, Oswaldo
Tipo de documento: Artigo
Estado:Published version
Data de publicação:2015
País:Brasil
Recursos:UNICAMP
Repositório:Manuscrito (Online)
Idioma:Português
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8642108
Acesso em linha:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/manuscrito/article/view/8642108
Nível de acesso:Acesso aberto
Palavra-chave:Infinite expansions. Formalization. Strict finitism.
Descrição
Resumo:The main issue André Porto raises in his paper concerns the use of dot notation to indicate an infinite set of hypotheses. Whereas I agree that one cannot extract a unique infinite expansion from a finite initial segment, in my response I argue that this holds for finite expansions as well. I further explain how my remarks on infinite proof structures are neither motivated by the impact of Gödel’s incompleteness theorems on Hilbert’s program, nor by a negative view of strict finitism. Resumo: O problema central que André Porto discute em seu artigo diz respeito ao uso da notação de pontos para indicar um conjunto infinito de hipóteses. Mesmo estando de acordo não ser possível extrair uma expansão infinita a partir de um segmento inicial finito, em minha réplica argumento que isto vale igualmente para expansões finitas. Explico também que minhas observações sobre estruturas de prova infinitas não são motivadas pelo impacto dos teoremas de incompletude de Gödel no programa de Hilbert, e tampouco por uma visão negativa do finitismo estrito. Palavras chave: Expansões infinitas. Formalização. Finitismo estrito.